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ASPRA oferece atendimento jurídico especializado aos sócios
Data : 13/4/2010
A Associação dos Praças da Polícia Militar de Rondônia - ASPRA oferece aos associados o serviço de assistência jurídica especializada, com uma nova equipe composta por advogados e estagiário oferecendo atendimento jurídico nas áreas Cível, Criminal e Administrativa.
Na área cível o atendimento é feito de segunda a sexta-feira, das 8:00 às 12:00, no escritório da Aspra, pela advogada Maria Odaléia Mendes Lima e nas áreas criminais pelos advogados Antonio Santana Moura, que também atende no escritório da Aspra e o advogado José Maria de Souza Rodrigues, que atende na rua Joaquim Araújo Lima, 2463 – bairro Liberdade. Os profissionais contam com o auxílio do estagiário Renato Pina Antonio, tanto na área cível quanto criminal, no acompanhamento de processos, audiências e protocolando requerimentos.
O presidente da Aspra, sargento Carlos Alberto dos Santos informa ainda que a equipe que integra a Assessoria Jurídica da Associação está a disposição do associado, sendo necessário que o mesmo compareça no escritório administrativo da Associação para que seja encaminhado ao advogado que irá acompanhar a causa. “Para os finais de semana será feita uma escala de atendimento e o associado não deixará de ser atendido”, esclarece Alberto.
Em caso de emergência (fora do horário comercial, finais de semana e feriados), é possível solicitar os serviços desses profissionais através dos fones: (69) 8408-2113 e no horário comercial (69) 3222-7501. O escritório da ASPRA está localizado na rua Jacy Paraná, 3615 – bairro Nova Porto Velho.
Criada para organizar e representar os interesses dos praças da Polícia Militar, a Aspra também se propõe a promover os laços de solidariedade entre os associados e seus familiares, oferecendo atividades esportivas, culturais e de lazer organizadas na sede campestre. “O lazer é um aliado fundamental da melhoria da saúde e da qualidade de vida. Temos consciência de nosso papel e vimos contribuindo efetivamente para a garantia dos direitos fundamentais do ser humano”, finaliza Alberto.
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