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Polícia ainda não localizou mãe que desapareceu com três crianças em Espigão
Data : 27/1/2010
A ocorrência foi registrada na polícia civil de Espigão na manhã da última sexta, (22), pelo pai das crianças.

A domestica pegou os três filhos, sendo duas meninas e um menino, na última sexta, (22) e desapareceu. Em conversa com o delegado da polícia civil de Espigão, Dr.º Rafael Costa Dourado, fomos informados de que toda a região recebeu comunicação das policias civil e militar de Espigão. De acordo com Dourado, ainda não há informações nem das polícias de Rondônia, nem do Mato Grosso, já que as polícias militar e civil daquele estado também foram informadas.
ENTENDA O CASO
O pai das crianças já havia registrado uma ocorrência contra a esposa no dia 29 de dezembro passado, pelo mesmo motivo. Na época a filha mais velha do casal que tem 6 anos, Ane Caroline Lauvers, conseguiu entrar em contato com o pai através de um telefone móvel (Celular) que estava em poder de Claudinéia, segundo a menina, ela aproveitou um dos momentos de surto da mãe e conseguiu entrar em contato com o pai, Francisco Chagas Conceição, que foi buscá-los em Pimenta Bueno, distante cerca de 26 km de Espigão do Oeste.
As três crianças sendo a mais velha Ane Carolina Lauvers, que tem 6 anos, Maria Eduarda Lauvers Gomes, que tem 4 anos e ainda um bebê de apenas 2 anos, Carlos Alexandre Lauvers Gomes, saíram de casa acompanhada da mãe, na manhã desta sexta-feira, (22), de acordo com a polícia civil o pai das crianças estava trabalhando.
A polícia civil entrou em contato com as polícias civil e militar de diversos municípios da região e ainda o município de Comodoro no estado do Mato Grosso.
Não há informações de possíveis locais aonde Claudinéia possa estar. Segundo informações dos Agentes do Serviço de Vigilância e Capituras da Policia Civil(SEVIC), todas as providências estão sendo tomadas para que Claudinéia seja localizada o mais rápido possível, pois, de acordo com declarações dos próprios agentes, as crianças foram encontradas desnutridas, doentes, famintos, sem roupas e cheias de feridas, na primeira fuga.
O caso não está sendo tratado como seqüestro ainda.